Videoconferência aumenta produtividade corporativa

A videoconferência está evoluindo e a utilização do vídeo pode aumentar a produtividade corporativa, segundo resultado de uma pesquisa realizada com cerca de cinco mil usuários corporativos de videoconferência em todo mundo, elaborada pela Wainhouse Research.

Cerca de 94% dos entrevistados consideram esse o principal benefício, e 88% destacam melhor impacto nas discussões e 87% afirmam que o recurso ajuda na tomada de decisão acelerada.

“Esse estudo confirma o que temos observado junto aos nossos clientes há anos. Dentro ou fora do escritório, os colaboradores fazem um melhor trabalho quando estão capacitados a realizar reuniões e colaborar face a face virtualmente a partir de qualquer dispositivo”, analisa Andy Miller, presidente e CEO da Polycom.

Nas organizações, 71% já utilizam a videoconferência em novas aplicações emergentes, como reuniões com clientes e parceiros, e quase metade dos entrevistados utiliza o recurso diariamente. Mas, a interoperabilidade foi destacada como uma parte crítica do recurso, e 60% afirmaram que utilizam mais de um fornecedor de equipamento ou software.

A pesquisa também destaca que os PCs são usados por 71% para realizar videoconferência, depois salas de videoconferências, responsável por 65%, e dispositivos móveis como tablets (34%) e smartphones (33%).

Embora os PCs sejam o primeiro dispositivo utilizado para vídeo, mais de 90% dos entrevistados possuem um smartphone e 75% um tablet, enquanto 77% utilizam os smartphones no ambiente de negócios, e 50% os tablets para trabalho.

Crescimento

Os pesquisados esperam maior adoção do recurso no próximo ano, mas afirmam que é preciso permitir mais pessoas utilizar o recurso e ter melhor integração de software com os negócios.

“A percepção mais estabelecida no mercado é de que a redução de custos com viagens é o único fator real que impulsiona a adoção da videoconferência, mas a pesquisa mostra que alguns benefícios menos palpáveis, como aumento de eficiência e produtividade e impacto crescente nas discussões”, afirma Ira M Weinstein, sócio e analista sênior do Wainhouse Research.

Fonte: IP News